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Primeiros socorros pet.

Você já se deparou com uma situação de emergência em decorrência de um acidente? É infelizmente, acidentes acontecem. Nessas horas é importante que você também tenha conhecimento sobre primeiros socorros para conseguir ajudar seu pet. Em algumas situações, agir rápido e da forma correta pode ser a diferença entre recuperar a saúde do seu bichinho ou lidar com consequências mais graves.


Existem diferentes tipos de emergência. Em algumas delas, os primeiros socorros têm apenas o objetivo de garantir bem-estar ao cão ou gato até a chegada ao hospital. Em outras, eles são fundamentais para garantir a sobrevivência do seu peludo.


É difícil dizer quais são os principais acidentes envolvendo os cães, podemos citar os atropelamentos, que, mesmo sem qualquer sinal de trauma externo, requerem atenção devido à possibilidade de lesões nos órgãos internos. Outros acidentes frequentes são as intoxicações, o choque elétrico e, os traumas.

Como se diferenciam os casos emergenciais dos urgentes?

Emergências são situações críticas inesperadas, súbitas, onde o pronto atendimento é fundamental, exigindo a imediata intervenção do veterinário. Já os casos urgentes representam situações perigosas, de aparecimento mais lento e previsível, cujo atendimento não pode ser adiado, requerendo solução em curto prazo, ainda que de maneira menos imediatista que nos casos emergenciais.


Como deve ser o transporte do animal nos primeiros socorros?

Pode-se colocar o animal sobre um colchão de espuma no banco traseiro do carro, evitando movimentos bruscos. Para animais maiores e mais pesados, deve-se passar um lençol por baixo (como uma rede) para transportá-lo até o veículo. É importante que o animal esteja tranquilo e o proprietário também, e lembre-se que segundos valem ouro nessas situações. Não se esqueça de contatar o veterinário antes de sair de casa para que, ao chegar à clínica, todos já saibam do ocorrido e estejam aptos a instituir o pronto atendimento.


Engasgamento


Mão na goela: abra a boca do bicho e tente tirar o objeto com a mão. Se ele tentar morder ou não colaborar, mude a estratégia: dê um tapa nas costas, entre as omoplatas. Se o animal for pequeno,

vire-o de cabeça para baixo e o sacuda pelas pernas.


Manobra de Heimlich: faça do mesmo jeito que acontece com os humanos. Ou seja: você vai precisar aplicar pressão no abdômen dele para que o ar expulse o corpo estranho que estiver preso. Só tome cuidado com a intensidade da pressão que será feita no abdômen do animal. A melhor forma de fazer o procedimento é abraçando o cachorro por trás (ele deve estar em pé, com o dorso encostado no seu peito) e posicionando os braços embaixo das costelas dele. Assim você não corre riscos de quebrar os ossos do animal no processo.



Envenenamentos e picadas de cobra

Nos envenenamentos as manifestações clínicas do paciente variam conforme a substância tóxica envolvida, bem como o tempo de exposição e a quantidade a que foi exposto. De qualquer forma, se for presenciada a ingestão ou contato com qualquer agente possivelmente tóxico, leve o animal imediatamente ao veterinário para ser examinado. Leve consigo a embalagem do produto ou anote o grupo químico a que pertence tal substância. Quando o contato for cutâneo ou pelos olhos, é importante lavar com água limpa em abundância. Quando houver ingestão, nem sempre é recomendado induzir o vômito. Se o animal convulsionar, proteja-o sobre um colchão de espuma ou edredom para evitar que se traumatize. Em alguns casos o contato pode não ter sido presenciado, mas existem produtos tóxicos no ambiente aos quais o animal pode ter tido acesso. Para alguns agentes tóxicos há antídotos, para outros não, sendo necessário tratamento sintomático.


Nos acidentes ofídicos (picadas de cobra) o procedimento também varia de acordo com a espécie de víbora. Seria ideal que todos os proprietários soubessem identificá-las, pois existem soros específicos que podem ser úteis nesses casos. Caso não seja identificada, o tratamento provavelmente será sintomático, devendo ser instituído com maior brevidade possível, uma vez que as substâncias contidas no veneno podem afetar diversos órgãos, não estando restritas apenas ao "inchaço" e sangramento no local da lesão.


Queimaduras e primeiros socorros

Nos primeiros socorros em cães e gatos com queimaduras, lave a região atingida com água fria corrente por pelo menos 10 minutos. Isso ajuda a resfriar o local e a diminuir a dor.

Não aplique pomadas nem tente seguir receitas caseiras, evitando vinagre, pasta de dente, entre outros. Apenas cubra a queimadura com um pano limpo e úmido, tomando cuidado para que não grude na ferida. Depois, leve o bichinho a uma clínica veterinária e aguarde as orientações do especialista.


Fraturas internas e externas

Muito comuns em casos de atropelamento ou mesmo de quedas (no caso de cães de pequeno porte), as fraturas devem ser imobilizadas com a ajuda de esparadrapo e objetos retos, como um pedaço de papelão. Ao se aproximar do cão, tome cuidado, visto que a dor e o susto do acidente podem deixar o animal assustado e agressivo. No caso de primeiros socorros com fratura exposta, o melhor é cobrir a região com um pano limpo. Nunca tente colocar os ossos no lugar. Somente um veterinário terá condições de fazer isso de forma adequada.


Cortes

Se possível, lave a região afetada com água corrente para diminuir o risco de infecções. Com a ajuda de um pano limpo, pressione a região do corte. Isso ajuda a controlar a hemorragia, evitando a perda de muito sangue até a chegada à clínica veterinária.


Brigas de rua

Como apartar: nunca tente separar os animais com as mãos ou com o corpo, senão vai sobrar para você.

Se a briga for entre cães ou de cães contra gatos, jogue um balde d’água para, literalmente, esfriar as coisas.

Como tratar: em feridas superficiais, como arranhões que não atinjam olhos ou mucosas, limpe o local com iodo. Nessas horas, o bicho pode não colaborar. Cuidado. Para evitar que um cão morda você dura durante o tratamento, coloque um colar elisabetano nele. .


Cachorros que comeram abelhas e outros insetos só precisam de ajuda em caso de reação alérgica.

O focinho inchado de um cachorro que teve um encontro com algum inseto com ferrão pode ser até bem fofo, mas caso ele tenha alergia à picada da abelha ou do marimbondo, por exemplo, mas ele pode precisar de ajuda veterinária. Se for a primeira vez que isso acontece, você precisa ficar de olho para saber se ele é alérgico ou não. Com o animal que não é alérgico, vai ficar tudo bem: ele vai ter uma inflamaçãozinha pequena.

Se você notar que o local está inchado, o melhor é correr para o veterinário para fazer uma aplicação de antialérgico. Para animais que você já sabe que têm alergia à picada de inseto, é interessante já ter uma medicação prescrita pelo seu veterinário para esse tipo de emergência: quando acontecer novamente, você já pode medicar o animal com segurança.



Convulsão

Quando ela acontece, você só não vai ao veterinário se ele já for epilético e tiver uma recomendação prévia do seu profissional de confiança sobre o que fazer nesses momentos. Na hora dos tremores, o melhor a fazer é deixá-lo confortável: “Quando o animal começa a ter uma convulsão geral, o ideal é que você tire de perto as coisas que podem machucá-lo durante os tremores. Também é necessário segurar a cabeça dele bem firme para que ele não jogue nem para cima, nem para trás. Não coloque a mão na boca, não precisa colocar nada na boca dessa animal por causa da língua que pode enrolar. Você, na verdade, vai dar um conforto a ele nesse momento porque durante o ataque epilético não há muito o que fazer: é só esperar passar”.


Como fazer uma reanimação?

Primeira orientação: manter-se calmo. Com tranquilidade você conseguirá fazer tudo do jeito certo e sem machucar o animal.


1º passo - Veja se o animal está respirando: “verifique se o tórax do animal está mexendo e coloque o dorso da mão bem no narizinho dele para sentir se tem saída de ar. Para verificar os batimentos cardíacos, você pode colocar o indicador ou o dedo do meio onde ficaria o pulso desse animal, bem abaixo da última almofadinha das patas dele. Observe se as batidas estão em sincronia com os movimentos do peito”.


2º passo - Verifique se há algo obstruindo as vias aéreas do animal. Se encontrar algum corpo estranho na garganta dele, retire com cuidado.


3º passo - Respiração mecânica: “Com as vias aéreas livres, coloque o animal deitado de barriga para cima, ajeite a língua na boca dele, feche a boquinha e assopre as narinas com intensidade suficiente para chegar até os pulmões. Depois disso, relaxe um pouco a boca para o ar sair. Repita isso a cada dois ou três segundos, de forma comedida para não danificar o pulmão se for filhote, até o animal voltar ou você chegar no atendimento”.


4º passo - Compressão peitoral: “A compressão peitoral deve acontecer se ele não voltar só com a respiração. A cada 10 ou 12 compressões, volte para a respiração artificial. Coloque o cachorro de lado e puxe para trás o bracinho dele. Com a palma da mão, faça pressão na direção em que ficar o cotovelo dele: ela deve ser suficiente para chegar no coração e ajudar o órgão a bombear sangue até a respiração mecânica. A cada um ou dois minutos, verifique se o animal está respirando sozinho. Se não estiver, continue com as compressões até chegar ao hospital. Para cães maiores, você pode colocar a mão direita em cima da esquerda no peito dele e fazer pressão com as duas, mas em todos os casos é necessário ter cuidado para não quebrar uma costela”.


Tenha calma

Animais com dor podem ficar irritadiços e agressivos com o próprio dono.

Fale tranquilamente e evite movimentos muito bruscos. Envolva-o em uma toalha ou cobertor.

Isso facilita o o transporte e evita que ele o machuque com as patas.



Kit de emergência

Você nunca sabe quando vai precisar, então tenha estes itens organizados e a mão:

1. Água oxigenada

2. Iodo

3. Carvão mineral em pó

4. Faixas, talas, esparadrapo

5. Seringas sem agulha

6. Luvas grossas

7. Toalha grande

8. Colar elisabetano

9. Caixa de transporte


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Fonte:

https://www.patasdacasa.com.br/

https://www.petz.com.br

http://idmedpet.com.br/

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