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Os pets do Titanic!

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Após muitooooooo pesquisar, acreditamos que essas informações sejam as mais fiéis em relação aos animais, em especial aos Lulus, presentes no Titanic.


De fato, haviam muitos animais a bordo do RMS Titanic durante sua desastrosa viagem inaugural, em 15 de abril de 1912. Ao que tudo indica, haviam 12 cães, quando houve o naufrágio, mas isso não é informação certificada, visto não haver registro dos cães levados a bordo como animais de estimação. A maioria era mantida em canis no convés do navio, embora alguns passageiros da primeira classe mantivessem os deles em suas cabines. – provavelmente sem o conhecimento da tripulação ou com vistas grossas...


Apenas três desses cães sobreviveram, dois Spitz Alemão e um Pequinês.


O historiador, Joseph Edgette, comenta “ os cachorros sobreviventes eram tão pequenos que ninguém poderia ter percebido sua presença nos botes salva-vidas...”


Margaret Hays Bechstein, uma nova-iorquina de 24 anos, se agarrou a sua Spitz, chamada Lady, ao se dirigir para o bote 7, salvando não só sua vida, mas também da mascotinha.


Não encontramos o nome do outro cão da raça Spitz que sobreviveu. Encontramos apenas a informação que ele era o pet dos magnatas americanos Martin Rothschild e Elizabeth Jane Anne Rothschild. O marido acabou morrendo na tragédia, mas Elizabeth conseguiu embarcar no bote 6 com seu cachorrinho escondido.


Helen Bishop teve que abandonar Frou-Frou em sua cabine, ao que tudo indica outro pet da raça Spitz a bordo. O cão tentou impedi-la de sair segurando seu vestido com os dentes até que a costura rasgou. Posteriormente, Bishop falou de sua tristeza: "A perda de meu cãozinho me machuca muito. Eu nunca vou esquecer como ele segurou minhas roupas. Ele queria tanto me acompanhar".


Para completar, Sun Yat-Sen era o pequinês dos herdeiros da editora Harper & Row. Marido, esposa e um artista que acompanhava o casal conseguiram entrar no bote 3. Segundo Henry Harper, nenhuma das pessoas a bordo fez qualquer objeção à presença do cão (ou seja, pessoas iluminadas!).


A tripulação do Carpathia, navio que resgatou os sobreviventes do Titanic, inicialmente se recusou a levá-la a bordo com o animal, mas, graças a Deus, acabaram mudando de ideia.


Uma das passageiras, Ann Elizabeth Isham, ficou famosa depois de ter se recusado a deixar o Titanic sem seu cachorro, que seria grande demais para ser colocado no bote salva-vidas. Alguns dias depois do naufrágio, enquanto o SS Bremen passava por uma área repleta de detritos e corpos flutuando na água, os passageiros viram o corpo de uma mulher segurando firmemente um grande cão nos braços.


O carpinteiro do navio, John Hutchison, era responsável pelo bem-estar dos cães. Os cães do canil eram exercitados diariamente no convés de popa por um comissário de bordo ou um dos mensageiros. Em alguns registros ainda se tem a informação de que os donos de cães tinham planejado realizar um show de cães a bordo do navio na manhã de 15 de abril, mas o Titanic afundaria na noite anterior. Em algum ponto durante o naufrágio, alguém decidiu libertar os cães dos canis, deixando um bando de cães nervosos subindo e descendo o convés inclinado quando o navio afundou...


Apenas alguns detalhes relacionados aos cães a bordo foram anotados:


1) Um King Charles Spaniel e um velho Airedale terrier, de propriedade de William Carter.

2) Chow-Chow, a chow-chow de propriedade de Harry Anderson.

3) Um buldogue francês campeão chamado Gamin de Pycombe, de propriedade de Robert Williams Daniel, que o tinha comprado na Inglaterra pelo alto preço de £150 (£13.393 em valores de 2015).

4) Um cão de raça grande, possivelmente um dogue alemão, de propriedade de Ann Elizabeth Isham.

Kitty, outro Airedale Terrier, de propriedade do milionário John Jacob Astor.

5) Um lulu-da-pomerânia de propriedade de Margaret Bechstein Hays, que ela manteve (provavelmente clandestinamente) em sua cabine.

6) Um cão de propriedade de Elizabeth Rothschild, também mantido em sua cabine.

7) Um Pequinês chamado Sun Yat Sen, de propriedade de Henry Sleeper Harper e sua esposa Myra.

Frou-Frou, um cão miniatura de propriedade de Helen Bishop. O cão foi autorizado a permanecer em sua cabine pois os mordomos o consideraram "muito bonito" para colocar entre os cães maiores nos canis.[6]



Curiosidades extras.


Assim como os cães e gatos, havia um número de pássaros a bordo. Ella Holmes White de Nova Iorque trouxe quatro galos e galinhas, que provavelmente foram mantidos dentro ou perto dos canis no Convés F. Ela os importara da França com a intenção de melhorar seu estoque de aves domésticas em casa. Outra mulher disse ter trazido 30 galos a bordo e Elizabeth Ramel Nye trouxe seu canário amarelo. Dois cães e um canário desembarcaram com os passageiros que deixaram o navio em Cherbourg, primeiro porto de escala do Titanic depois de Southampton. Os animais viajavam com seus próprios bilhetes e até o canário que saiu do navio em Cherbourg teve que pagar a quantia de 25 centavos de dólar.


Após o naufrágio, vários dos proprietários de animais sobreviventes fizeram pedidos de indenização por seus animais de estimação e aves perdidas. Daniel pediu $750 pela perda de seu buldogue com pedigree, enquanto Carter reivindicou $300 pela perda de seus dois cães. White pediu $207,87 por suas galinhas perdidas e Chow-Chow foi avaliado por Anderson em $50. Apenas três dos doze cães sobreviveram ao naufrágio.


O navio tinha sua própria gata oficial chamada Jenny, que era mantida a bordo do Titanic como mascote e também trabalhava para manter a população de ratos e camundongos. Transferida do navio irmão do Titanic, o Olympic, Jenny deu à luz na semana anterior da partida do Titanic de Southampton. Ela normalmente vivia na cozinha do navio, onde a equipe alimentava ela e seus gatinhos com sobras das cozinhas. A comissário de bordo Violet Jessop escreveu que a gata "colocou sua família perto de Jim, o garçom, cuja aprovação ela sempre procurava e este sempre lhe dava devoção calorosa".



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