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Informações
Úteis
A escolha
do melhor amigo É
chegado o grande momento! Você decidiu adquirir
um cãozinho e agora está cheio de dúvidas...
Como escolher o meu melhor amigo? Quem consultar? Onde
comprar? Devo adestrá-lo?
Bem, você já sabe que ter um cão exige
muitas responsabilidades, direitos e deveres. Antes de
mais nada, você deve analisar as suas condições:
qual será o seu custo mensal (alimentação,
higiene, veterinário, adestrador); existe um local
com espaço adequado para o cãozinho ficar;
você terá tempo disponível para se
dedicar a ele. Você deve procurar um médico
veterinário para que ele dê toda assistência
necessária. E não é só isso!
É necessário contratar um adestrador para
educar o seu cãozinho desde o momento que ele chega
na sua casa (educando-o desde o início, você
evitará problemas futuros).
Tendo pensado nesses pontos, você precisa saber
para qual finalidade quer o cão: defesa pessoal
ou patrimonial; companhia; demonstração
artística; esporte; caça. A seguir, basta
ver qual será o cão de sua preferência
(presente num dos grupos mencionados acima). Pode ser
um cão de pequeno, médio ou grande porte;
macho ou fêmea. Como você pode perceber, é
muito simples, não! Se você estiver com dificuldades,
basta contratar um profissional qualificado, mas não
para que ele escolha uma raça ideal para você,
mas sim para ajudar você a esclarecer as dúvidas.
Você é quem deve escolher o seu melhor amigo
(dentro das suas necessidades e finalidades).
José Soares dos
Santos Neto - adestrador de cães
www.hungarosoares.com.br
escola@hungarosoares.com.br
Castração
em Cães e Gatos Por
quê castrar ?
Esta dúvida é uma constante no dia a dia
dos proprietários de cães e gatos.
O medo, o trauma da cirurgia e a falta de orientação
especializada são os principais vilões na
clínica médica.
Conhecer as vantagens e as desvantagens da castração
garante ao proprietário, segurança e rapidez
em sua decisão.
Seguem abaixo alguns efeitos deste procedimento:
Em machos:
• Diminuição da dominância
do macho sobre o dono;
• Diminuição da agressividade;
• Diminuição da marcação
de urina;
• Diminuição da libido (mas quando
o macho é castrado após a maturidade sexual,
não se elimina em 100% dos casos o comportamento
sexual);
Em fêmeas:
• Ausência de comportamento sexual (cio,
prenhez, pseudciese);
• Ausência de comportamento típico
do estro (vocalização – gatas, movimentação);
• Diminuição da superpopulação;
• Diminuição dos riscos de tumor
de mama (fêmeas castradas antes do 1º cio);
• Pode aumentar a agressividade;
É importante deixar claro que a castração
é um procedimento rápido e simples, mas
que deve ser realizado por um médico veterinário.
A castração não frustra o animal
por isso não deve ser motivo de frustração
para o dono.
Pelo contrário, é uma decisão consciente
e responsável que visa o bem estar do animal
e o equilíbrio populacional, evitando o abandono
e sofrimento.
Cuidados com
filhotes de cães e gatos
A
vacinação é o primeiro ato de responsabilidade
e carinho que o proprietário terá com seu
filhote, afinal, além de protegê-lo contra
doenças perigosas, e até fatais, previne
contra outras, que podem ser transmitidas a nós
mesmos (como a raiva e a leptospirose).
A aplicação de todas as doses necessárias
deve ser feita na clínica, pelo veterinário
de confiança do proprietário. Os esquemas
mais comuns de vacinação estão detalhados
nos tópicos vacinação de cães
e vacinação de gatos. O animal não
deve ser levado a passeios antes da terceira dose da vacina
V8, para cães e da tríplice felina, para
gatos, o que ocorre por volta dos quatro ou cinco meses
de idade.. Antes desse período o animal não
está totalmente protegido contra as doenças
que a vacina combate, sendo necessário que sejam
resguardados e se evitem passeios e aglomerados, como
parques, até cerca de 15 dias após a última
vacina.
A vermifugação é indicada para que
os filhotes estejam livre dos vermes, antes mesmo que
eles venham a se tornar "uma doença".
Isso porque a verminose prejudica a saúde do animal
(provocando falta de apetite, anemia e distúrbios
gastrointestinais como vômitos e diarréias)
e representa um risco para a família, uma vez que
os vermes dos animais podem também infestar as
pessoas.
A alimentação é de extrema importância
nesse período de desenvolvimento, portanto, após
o desmame, que deve ser de aproximadamente 40 dias, o
animal pode iniciar gradualmente uma dieta, com uma ração
comercial de qualidade, específica para a idade.
Caso o animal não tenha tido a oportunidade de
receber o leite da mãe, podemos substituí-lo
por um leite artificial caseiro ou comercial. A comida
“caseira” é contra indicada, afinal
ela não fornece as necessidades básicas
e nem é tão balanceada quanto às
rações comerciais, para um desenvolvimento
seguro do animal. Evite dar leite ao cãozinho:
os cães não digerem a lactose e o leite
poderá causar desarranjos intestinais. Não
se esqueça também de manter sempre água
fresca à disposição do animalzinho.
Para a higienização do filhote jovem (com
menos de 40 dias), caso haja a necessidade, deve-se utilizar
produtos específicos para higiene suave, como loções
de limpeza que são aplicadas sem a necessidade
de molhar o animal. Animais com mais de 40 dias, podem
ser banhados em intervalos mensais ou quinzenais, com
água morna corrente e shampoos suaves indicados
para filhotes. O banho deve ser dado nos horários
mais quentes do dia e sempre os mantendo com proteção
das orelhas, para evitar otites. A secagem dos animais
é importantíssima, já que qualquer
friagem pode causar estresse ao organismo e até
deixá-lo doente.
Para animais de pêlo longo, acostume-se a escovação
da pelagem, esse ato além de manter a pelagem bonita,
permite que você perceba a presença de pulgas,
carrapatos, lesões etc. Para a limpeza das orelhas,
devemos utilizar produtos otológicos específicos,
ou um algodão seco. Não permita que entre
água dentro dos condutos auditivos no banho, por
isso sempre tome cuidado e utilize algodão para
protegê-los. As unhas longas também devem
ser aparadas quando o animal não está habituado
a gastá-las. Cláudia
Matsunaga Martín, Médica Veterinária,
CRMV-SP 12.583, cmmartin@uol.com.br
Pet Shop Shampoo e Carinho: 50342956 - 50341482
Dicas
e Cuidados com a Nutrição do Seu Cão
ou Gato Forneça
somente alimento industrializado (rações).
Jamais forneça comida caseira ou resto de comida.
Por melhor preparada que seja a comida, ela nunca será
tão balanceada e completa quanto a ração.
Ofereça somente rações fabricadas
por Empresas idôneas e renomadas. Cuidado com produtos
desconhecidos e/ou muito baratos. Geralmente não
são bons para seu animal de estimação.
Informe-se à respeito.
Prefira alimentos secos e semi-secos aos úmidos
(latas) e semi-úmidos (rações "macias").
Os secos são melhores e mais completos nutricionalmente
e ajudam na limpeza dos dentes e prevenção
do tártaro.
Jogue fora alimentos secos da vasilha não consumidos
em 24 horas. Jogue fora aos alimentos semi-úmidos
não consumidos em 1 hora. As latas abertas devem
ser consumidas de preferência no mesmo dia (não
deixar na geladeira por mais que 2 dias).
Coloque o alimento somente na hora da alimentação
do animal. Crie hábito de horários.
Divida as refeições em 2 vezes para animais
adultos. No caso de filhotes, deve-se dívidir em
4 vezes para animais de 2 a 4 meses e em 3 vezes para
animais de 4 a 8 meses. Informe-se na embalagens sobre
a quantidade diária recomendada.
Prefira comprar embalagens fechadas do que o alimento
por quilo (à granel).
Cães devem comer alimentos para cães, assim
como gatos devem se alimentar de produtos para gatos;
e filhotes devem comer alimentos para filhotes e adultos
para adultos. Jamais de alimento não apropriado
para seu animal.
Não dê doces, ou guloseimas humanas (pipocas,
sorvetes, pizzas, cervejas, etc) para seu Pet. Neste caso
forneça
snacks ou petiscos próprios para animais (cães
e gatos), vendidos em Pet Shops, Agropecuárias
ou Supermercados.
Prefira os funcionais (aqueles que previnem tártaro,
melhoram o hálito ou diminuem o odor das fezes)
do que os simples biscoitos sem funcionalidade.
Não dê ossos de galinha para seu cão
ou gato.
Não o alimente muito tarde da noite e principalmente
não brinque ou agite seu animal após as
refeições para evitar problemas, principalmente
torção de estômago.
Forneça água fresca e limpa. Troque a água
da vasilha diversas vezes ao dia.
Limpe as vasilhas do alimento todo dia.
Estas são algumas dicas. Para maiores esclarecimentos
converse com seu veterinário ou com um profissional
de pet shop ou agropecuária de confiança,
ou acesse o site ou ligue para o SAC das Empresas de rações.
Paulo José Cristofolete
Médico Veterinário
CRMV-SP 11087
O condicionamento
dos cães Quando
um cão começa a conviver com as pessoas
num mesmo ambiente, ele não muda os seus comportamentos
instintivos, mas estes são condicionados conforme
o didático aplicado por cada indivíduo daquele
espaço. É necessário um método
de adestramento eficiente que consiste em adestrar os
cães (desde os 45 dias) juntamente com seus donos,
moldando seus hábitos e ao mesmo tempo, aplicando
uma didática prática que não altere
seus instintos naturais (realizar um condicionamento com
palavras curtas e claras).
Um dos grandes problemas é ensinar ao cão
onde ele deve fazer as necessidades fisiológicas.
Mas, você perceberá que é uma tarefa
muito simples. Primeiramente, escolha um local bem acessível,
de fácil limpeza e forre-o com jornal. Após
as refeições, fique atento. Leve o cão
rapidamente para o local escolhido. Diga “passeia”
e assim que o cão urinar ou evacuar limpe o local.
Troque o jornal, mantendo uma folha suja por baixo das
demais (o odor vai atraí-lo da próxima vez).
Assim, repita o procedimento a cada refeição.
Se o cão fizer as necessidades no lugar correto
reduza o espaço, retirando as folhas do jornal.
Se fizer em local diferente, nunca bata no animal. Limpe
bem o local para eliminar o cheiro. Dessa forma, quando
você retirar todo o jornal, o cão já
estará condicionado a urinar ou defecar em um único
local. José
Soares dos Santos Neto - adestrador de cães
www.hungarosoares.com.br
escola@hungarosoares.com.br
Você
é um Proprietário Responsável?
Ter um animal de estimação
em casa exige uma série de atitudes que farão
de você um proprietário responsável.
Ser responsável é muito mais que oferecer
alimento e abrigo, é preciso:
- cuidar com dedicação;
- educá-lo com paciência e sem agressões;
- ter espaço disponível adequado ao tamanho
de seu cão;
- vacinar e vermifugar, evitando as zoonoses e protegendo
sua saúde (ver zoonoses);
- consultar sempre um veterinário (a cada 6 meses,
preventivamente), principalmente se o animal apresentar
qualquer sintoma de doença;
- manter o animal domiciliado, não deixando-o solto
nas ruas;
- registrar seu cão ou gato no Centro de Controle
de Zoonoses (ver Registro Geral do Animal);
- dar banhos periódicos com produtos específicos
(ver produtos da Amici);
- passear (pelo menos uma vez ao dia) somente com guia;
- recolher as fezes das ruas, calçadas, praças
e parques;
- castrar ou esterilizar, caso você não queira
crias, evitando o abandono dos filhotes (ver métodos
contraceptivos).
Os cães e gatos são animais domésticos
que dependem de nós para viver. Não são
brinquedos descartáveis, vivendo em média
de 12 a 15 anos. É preciso cuidar do seu animal
durante toda a sua vida e não abandoná-lo
assim que surgirem os primeiros problemas. O abandono
é crime, além de ser a pior coisa que poderia
acontecer com um animal de estimação (ver
Diário de um Cão).
CUIDE DO SEU MELHOR AMIGO !!! Beatriz
Yuko Kitagawa – Médica Veterinária
CRMV- SP: 14482
Vermifugação
de Cães e Gatos Muitas
vezes, os proprietários imaginam que seu animal
está livre dos parasitas, pois não percebem
a sua presença. Temos que lembrar que muitos “vermes”
são pequenos e, às vezes, até microscópicos
(não dá para ver a olho nu).
Para que se possa controlar a quantidade de parasitas,
deve-se utilizar vermífugos (medicamentos indicados
para eliminar vermes intestinais) em todos os pets de
todas as faixas etárias.
O processo de vermifugação é importante
no tratamento e controle de infestações
por parasitas, pois os animais podem estar muito próximos
aos proprietários, tendo chance de transmitir uma
série de doenças. Além disto, a saúde
do animal é preservada com esta atitude.
As infecções podem ser adquiridas via oral
(ingestão de água, alimentos contaminados),
por contato (percutânea), vetores mecânicos
(insetos, parasitas externos como pulgas) e através
do contato materno (através do leite e contato
direto com a mãe nos primeiros dias de vida).
O esquema de vermifugação (doses e frequência
de administração) deve ser estabelecido
pelo médico veterinário responsável
pelo animal. De maneira geral a vermfugação
do pet (cães e gatos) tem início enquanto
filhote – a primeira dose do vermífugo deve
ser administrado nos primeiros 15 dias de vida do animal.
Esta dose deve se repetir mensalmente nos próximos
6 meses.
Deve-se vermifugar os filhotes, pois a mãe pode
transmitir estes agentes durante a prenhez e a lactação.
Nas fêmeas gestantes é aconselhável
a vermifugação 10 dias antes da cobertura
e juntamente com a primeira dose da ninhada.
Em animais adultos recomenda-se a cada 6 meses (esta indicação
fica a critério do médico veterinário
do animal). Este procedimento deve sofrer um acompanhamento
semestral com exames coproparasitológicos (exames
de fezes), para determinar se houve re-infestação.
O tratamento pode ser feito com drogas anti-parasitárias
(vermífugos), que podem ter ação
específica em apenas um tipo de agente (espectro
restrito), ou em vários tipos deles (espectro amplo),
ficando a cargo de médico veterinário escolher
a melhor opção. Vera
Letticie de Azevedo Ruiz
CRMV-SP 14.715
Médica Veterinária
Residente pelo Depto. de Medicina Veterinária
Preventiva e Saúde Animal da Faculdade de Medicina
Veterinária e Zootecnia da Universidade de São
Paulo (VPS-FMVZ-USP).
Mestranda pelo Depto. de Microbiologia
do Instituto de Ciências Biomédicas da
Universidade de São Paulo (BMM-ICB-USP).
Vômitos
e Diarreia VÔMITOS
A náusea e o vômito são manifestações
que podem ocorrer em várias situações,
incluindo: cinetose (vertigem e enjôos provocados
por movimentos, durante viagens de carro, por exemplo),
obstrução gastrointestinal, úlcera,
toxicidade medicamentosa, gastroenterites, corpos estranhos,
infecções virais (e bacteriana)e até
mesmo uma alimentação inadequada.. Na maioria
das vezes, não há nada de alarmante nesse
comportamento, contudo é importante que o proprietário
seteja atento ao comportamento do animal, porque às
vezes o vômito aparece como um dos primeiros sinais
de uma enfermidade.
DIARRÉIA
O termo diarréia designa um aumento da freqüência
da emissão de fezes que são também
mais fluidas e abundantes. É uma das afecções
mais freqüentes no cão e geralmente é
causada por uma dieta inadequada, presença de vermes
no trato gastro intestinal, insuficiências hepáticas
e pancreáticas, troca brusca na alimentação,
infecções bacterianas e virais.
A diarréia é motivo de preocupação,
pois na maioria das vezes está associado a doenças
infecciosas.
Os dois sintomas podem ocorrer ao mesmo tempo ou não,
e ambos levam a uma desidratação que varia
de leve a intensa (na dependencia da patologia associada),
comprometendo a saúde do animal, podendo até
levar a morte. Cuidado maior deve ser dado a animais jovens,
que podem perder grandes quantidades de água em
curto período de tempo.
O proprietário deve estar atento a estas manifestações
e encaminhar o animal ao médico veterinário
de sua confiança. É importante também
que ele saiba informar a frequência dos episódios
de vomito e/ou diarréia, se ocorrem antes ou depois
das refeições, e o aspecto geral ( cor,
odor, volume, presença de partículas sólidas,
sangue, e outros), para que o médico veterinário
consiga estabelecer um correto diagnóstico e a
melhor conduta terapêutica.
Seguir os esquemas de vacinação e vermifugação,
fornecer alimentação adequada, ter boas
práticas de higiene e visitas periódicas
ao médico veterinário, são as melhores
maneiras de prevenir a ocorrência desses e de outors
problemas que comprometem a saúde e o bem-estar
dos animais. Daniela
Bochi
Médica Veterinária CRMV-SP: 14.489
Juliana Santiago
Médica Veterinária CRMV-SP:14.506
Proprietárias da Clínica Just 4 Pets
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